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26 janeiro 2009

Apoiadíssimo!

Essa PORRA não virou BORDEL!
A gente estuda pra poder oferecer um jornalismo de qualidade e querem fazer com que qualquer um seja jornalista. Jornalismo não é brincadeira, é um compromisso ético com a sociedade!

"O jornalismo é, antes de tudo e sobretudo, a prática diária da inteligência e o exercício cotidiano do caráter." (Cláudio Abramo)

20 janeiro 2009

So help me God.



"...Esse é o preço e a promessa da cidadania.

Essa é a fonte de nossa confiança – o conhecimento de que Deus nos convoca para dar forma a um destino incerto.

Esse é o significado de nossa liberdade e nosso credo – o motivo pelo qual homens e mulheres e crianças de todas as raças e todas as fés podem se unir em celebração por todo este magnífico local, e também o porquê de um homem cujo pai a menos de 60 anos talvez não fosse servido num restaurante local agora poder estar diante de vocês para fazer o mais sagrado juramento.

Por isso, marquemos este dia relembrando quem somos e o quanto já viajamos. No ano do nascimento da América, no mês mais frio, um pequeno grupo de patriotas se reuniu em torno de fogueiras quase apagadas nas margens de um rio gélido. A capital foi abandonada. O inimigo avançava. A neve estava manchada de sangue. No momento em que o resultado de nossa revolução estava mais incerto, o pai de nossa nação ordenou que estas palavras fossem lidas ao povo: “Que seja contado ao mundo futuro... Que no auge de um inverno, quando nada além de esperança e virtude poderiam sobreviver... Que a cidade e o país, alarmados com um perigo em comum, se mobilizaram para enfrentá-lo.

América. Diante de nossos perigos em comum, neste inverno de nossa dificuldades, deixe-me lembrá-los dessas palavras imortais. Com esperança e virtude, vamos enfrentar mais uma vez as correntes gélidas e suportar as tempestades que vierem. Que os filhos de nosso filhos digam que, quando fomos colocados à prova, nós nos recusamos a deixar esta jornada terminar, que nós não demos as costas e nem hesitamos; e com os olhos fixos no horizonte e com a graça de Deus sobre nós, levamos a diante o grande dom da liberdade e o entregamos com segurança às gerações futuras.”


•Leia a íntegra do discurso de posse de Barack Obama

04 julho 2008

'Homem grávido'




Um transexual norte-americano que se converteu há dez anos ao gênero masculino deu à luz uma menina, informou nesta quinta-feira (3) a imprensa dos EUA.

Thomas Beatie, de 34 anos, é legalmente homem, mas decidiu manter seus órgãos sexuais femininos quando fez uma cirurgia estética para retirar seus seios e submeteu-se a um tratamento hormonal. Quando era mulher, ele se chamava Tracy Lagondino.

...



Fonte: Globo.com

02 julho 2008

O Fim dos tempos!

Faz um tempo que não assisto jornal...
O vício da internet, que terminará dentre 1 mês e 2 dias, não me permite tal.
Porém, hoje... estava jantando e assistindo o JN....

E tiiipooooo... Como assim BIAL ???


Mãe joga filha de oito meses pela janela em Curitiba


Rapaz espancado em Sorocaba fala pela primeira vez


Sei lá...

É tão não "intendível".
Tão surreal...

Poxaaaa...
8 moleques bateram no cara, na frente de uma boate, o cara tentou entrar na mesma pra não apanhar e os seguranças da boate empurraram ele de volta.
Como assim ???????????????????????????????????????????????????????????
O que é isso ??????
Pelo amoooor de Deus!
Faz algum sentido ??
Por qualquer motivação que tenha levado a briga, como 8 pessoas batem em alguém ?? Pulam em cima do cara como se tivessem pulando no colchão de casa e NINGUÉM FAZ NADAAA ??????

A história do bebê, tem entrelinhas...

Mas essa têm!
As outras, não muitas...

A menina Isabella.
As crianças nas creches.
Os bebes na Santa Casa de Belém.

Alguém tem alguma explicação pra tamanha insanidade mental.
E o pior é que daqui a um pouco tudo começa a ser "normal"...
Como pode ser normal ????
Isso é total hipocrisia!


P.s.: Isso é só o que vi hoje, e o que lembro!

30 junho 2008

Uma história de amor

Alguém assistiu a edição de ontem do Fantástico ?

A primeira reportagem foi simplesmente sensacional!
Um show da vida!

"Conheça a história emocionante de um pai que nunca desistiu de lutar pela felicidade do filho."

É uma lição de moral, de vida, de tudo!

Vale a pena ler!
Ou então assistir, aqui!


29.06.2008

Uma história de amor

No meio de tantos atletas, um homem tem uma missão maior. Seu filho quer participar, e ele vai atender o desejo do filho. A essa altura, você deve estar cheio de perguntas, tentando entender e até acreditar nesta história. Esta é a história de um pai que nunca desistiu de lutar pela felicidade do filho.

Rick é o mais velho dos três filhos de Dick Hoyt. Durante o parto, o cordão umbilical se enrolou no pescoço. Faltou oxigenação no cérebro, provocando danos irreversíveis. Rick não pode falar ou controlar os movimentos de seus braços e pernas. Parecia condenado.

“Os médicos disseram: ‘Livre-se dele. É melhor interná-lo. Ele vai ser um vegetal o resto da vida’. Nós choramos, mas decidimos tratá-lo como uma criança normal. Ele é o centro das atenções e está sempre incluído em tudo”, conta Dick Hoyt.

Rick sempre teve amor, mas ninguém sabia até que ponto ele conseguia absorver e entender o que se passava a sua volta. A escola achava que ele não tinha capacidade de aprender. Os médicos também.

“Mas aí nós pedimos para os médicos contarem uma piada, e Rick caiu na gargalhada. Eles, então, disseram que talvez haja algo aí dentro”, lembra Dick Hoyt.

Cientistas desenvolveram um sistema de comunicação para Rick. Com o movimento lateral da cabeça, o único que consegue controlar, ele poderia escolher letras que passavam pela tela e, assim, lentamente, escrever palavras.

“Ele tinha 12 anos, e todo mundo estava apostando quais seriam as primeiras palavras da vida dele. Seriam ‘Oi, pai!' ou 'Oi, mãe!’?. Que nada! Ele disse: ‘Go, Bruins’, uma frase de incentivo ao Boston Bruins, time de hóquei”, conta Dick Hoyt

Rick participava de tudo. E foi assim que surgiu a idéia de correr.

“Um colega da escola sofreu acidente e ficou paralítico. Foi organizada uma corrida para arrecadar dinheiro para o tratamento. E Rick, através do computador, pediu: ‘Eu tenho que fazer algo por ele. Tenho que mostrar para ele que a vida continua, mesmo que ele esteja paralisado. Eu quero participar da corrida’”, lembra Dick Hoyt. "Eu tinha 40 anos e não era um atleta. Corria três vezes por semana, uns dois quilômetros, só para tentar manter o peso. Nós largamos no meio da galera, e todo mundo achou que a gente só ia até a primeira curva e ia voltar. Mas nós fizemos a prova inteirinha, chegando quase em último, mas não em último. Ao cruzarmos a linha de chegada, Rick tinha o maior sorriso que você já viu. E quando chegamos em casa, ele me disse, através do computador: ‘Pai, durante a corrida, eu sinto como se minha deficiência desaparecesse’. Ele se chamou de 'pássaro livre', porque então estava livre para correr e competir com todo mundo”.

Que pai não faria todo o esforço para levar tamanha felicidade a um filho? Dick começou a treinar, e eles resolveram participar de outras provas. Mas a recepção não foi boa.

“Ninguém falava com a gente, ninguém nos queria na corrida. Famílias de outros deficientes me escreviam e estavam com raiva de mim. Perguntavam: 'O que você está fazendo? Procurando a glória pra você?'. O que eles não sabiam é que Rick é que me empurrava para todas as corridas”, conta Dick Hoyt.

E contra todos, eles foram em frente. Um ano depois, participaram da primeira maratona. Cinco anos mais tarde, veio a idéia do triatlo. Mas, para fazer triatlo com seu filho, Dick Hoyt tinha uma série de problemas para resolver.

Primeiro: equipamento. Não existia nada parecido no mercado. Todo o material de competição teve que ser desenvolvido. E a cada competição, Dick Hoyt tinha que chegar mais cedo para montar tudo.

Mas Dick Hoyt tinha um problema muito maior a resolver para poder fazer triatlo com o filho. Uma coisinha básica: ele não sabia nadar. Mudou-se para uma casa à beira de um lago e foi.

“Nunca vou esquecer o primeiro dia. Eu me joguei no lago e adivinha: afundei. Mas todo dia eu chegava do trabalho e tentava ir um pouquinho mais longe”, conta Dick Hoyt.

Entre o primeiro dia no lago e o primeiro triatlo, foram apenas nove meses. A questão da natação estava resolvida, mas Dick Hoyt ainda tinha mais uma dificuldade pela frente: já fazia um certo tempo que ele não montava numa bicicleta – desde os 6 anos de idade.

O ciclismo é a parte mais difícil para os Hoyt. A bicicleta deles é quase seis vezes mais pesada que a dos outros, sem contar o peso de Rick. Na subida, isso fica claro.

“Ninguém me ensinou a nadar, a pedalar ou a correr como um atleta. Nós simplesmente fizemos. Do nosso jeito”, comenta Dick Hoyt.

Do jeito deles, pai e filho enfrentaram os mais incríveis desafios. O mais impressionante: o Iron Man, no Havaí, o mais duro dos triatlos. São 3,8 mil metros de natação, 180 quilômetros de ciclismo e uma maratona inteira no fim: 42,195 quilômetros de corrida em mais de 13 horas de um esforço sobre-humano.

Dick e Rick venceram a desconfiança. Hoje são queridos onde chegam. Recebem incentivos dos outros competidores a todo instante e até agradecimentos.

“Vocês são incríveis. Obrigada”, diz uma triatleta.

Um rapaz diz que resolveu fazer triatlo por causa deles: "Hoje foi minha primeira corrida e eu gostaria de agradecê-los por serem minha inspiração”.

“É de emocionar, porque você começa a refletir o que tem feito da sua vida”, comenta uma mulher.

“É a parte mais fenomenal do triatlo. É incrível o que esse homem faz com seu filho”, elogia outra mulher.

“Ele é um grande homem. Ele tem coração, é um bom homem”, ressalta um atleta.

Desde 1980, foram seis edições de Iron Man, 66 maratonas e competições de diversos tipos. Pai e filho completaram 975 provas juntos. Jamais abandonaram uma sequer e nunca chegaram em último lugar. Eles têm orgulho de dizer: “Chegamos perto do último, mas nunca em último”. Sempre com o mesmo final apoteótico: público comovido, braços abertos e aquele mesmo sorriso enorme na linha de chegada.

Atualmente, Rick tem 46 anos. Com o movimento da cabeça, escreve no computador frases que serão faladas por um sintetizador de voz. É um homem bem-humorado. “As pessoas, às vezes, ficam olhando para mim. Eu espero que seja porque eu estou muito bonito”, brinca.

Rick formou-se em educação especial na Universidade de Boston. “Não dá para descrever a felicidade no dia da formatura. Foi minha maior realização. Eu mostrei para as pessoas que elas não têm que sentar e esperar a vida passar”, comenta.

Hoje ele não mora mais com o pai. Mora sozinho, com a ajuda de pessoas contratadas para dar assistência. E se você fica dois minutos com Rick, jamais vai esquecer o seu sorriso.

“Ele é muito, muito, muito feliz. Provavelmente, mais feliz do que 95% da população”, afirma o pai, Dick Hoyt, que escreveu um livro e criou uma fundação para ajudar outras pessoas com paralisia cerebral. Hoje o superpai tem 68 anos e impressiona pelo vigor que continua apresentando.

Aos 52, empurrando Rick, conseguiu o incrível tempo de 2h40m na Maratona de Boston, pouco mais de meia hora acima do recorde mundial. Marca excelente para um amador, sensacional para uma pessoa dessa idade e inacreditável para quem corre empurrando uma cadeira de rodas.

“Já me disseram para competir sozinho, mas eu não faço nada sozinho. Nós começamos como um time e é assim que vai ser. O que importa para mim é estar aqui e competindo ao lado do Rick”, afirma Dick Hoyt.

Por isso, eles se chamam “Team Hoyt” – o time Hoyt, a equipe Hoyt. Pai e filho, inseparáveis. Richard Eugene Hoyt e Richard Eugene Hoyt Junior: uma mensagem viva para o mundo.

“Nossa mensagem é: 'Sim, você pode'. Não há, no nosso vocabulário, a palavra ‘impossível’. Esse é o nosso lema. E nós continuaremos com ele até o fim”, garante Dick Hoyt.

•Retirado do site do Fantástico.

28 abril 2008

Virada Cultural...





Das 18h do sábado, 26, até as 18h de domingo, 27, ocorreu na capital paulistana um dos eventos mais esperados do ano, a Virada Cultural. Que ofereceu mais de 24 horas de música, cinema e outras expressões culturais. Sem interrupções e com a maioria das atrações gratuitas. Foram mais de 800 apresentações para um público previsto em mais de 3 milhões de pessoas.




No quesito musical a "virada" contou com vários palcos, em diversos lugares, e com muitas, muitas atrações... Luiz Melodia, Gal Costa, Orquestra Imperial, Teatro Mágico, Mutantes, Jorge Ben Jor, etc.











• Cultura sempre é bom, e a galera gosta!










Fonte:

25 abril 2008

Será que consigo ?

•Já perdi as contas de quantos blogs eu já fiz...
Ou não dava certo, ninguém entrava, ou então eu enjoava.. a primeira opção era mais frequente.
Mas como diz o velho "jargão" sou brasileira e não desisto nunca..

Neeee !•



• Ontem, ontem... enquanto assistia ao JG [Jornal da Globo], meu futuro ambiente de trabalho, o Arnaldo Jabor fez um comentário ao tão falado "Caso Isabella" e acho que se tratando do Jabor é sempre bom ler, reler, e refletir.. vale a pena!


Crime Brutal


Neste caso Isabella a polícia mostrou sua competência científica. E a defesa diz que não há provas. Queriam o que? Ter a queda da menina filmada? É um dos casos mais brutais de nossa história.

E não há miséria nem ignorância nesse crime. Essa família é rica e com caras de pedra se unem na negação de tudo. Que quer essa gente? Preservar o bom nome da família, fingir para si mesmo que nada houve? São parentes ou cúmplices?

Neste caso, o direito democrático de defesa legítimo esta sendo usado de uma forma delinqüente. Nós somos contra o linchamento, mas neste caso esta havendo um verdadeiro linchamento das evidências, do óbvio, um linchamento do bom senso nacional.

O caso mostra como a lei penal é antiga e ineficaz. Precisamos de leis mais duras, mais temíveis. O sujeito que esquartejou a namorada em legítima defesa está solto. Elias Maluco, que cortou em pedaços o Tim Lopes estava em liberdade condicional, sabiam? O assassino Pimenta Neves que matou a namorada está condenado e livre. Ao mesmo tempo, há seis anos.
O crime é rápido. A lei é lenta. Não há explicações ou como disse o filósofo Giacoia Jr: "O insuportável não é só a dor. Mas a falta de sentido da dor, e mais ainda, a dor da falta de sentido".

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